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Moratória da soja na Amazônia Brasileira
27/11/2008 - .
Como forma de responder às pressões da sociedade civil sobre o setor da soja que denunciaram a expansão do cultivo sobre o bioma amazônico, a moratória da soja foi assinada em julho de 2006 pelas indústrias e exportadores associados à Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais) e Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais). De modo geral, trata-se de um compromisso de não comprar soja vinda de novos desmatamentos na Amazônia, ou seja plantada depois de agosto de 2006 no bioma. Com duração prevista para dois anos, a moratória foi prorrogada para mais um ano, e durará até junho de 2009. Para efeito de verificação, montou-se um Grupo de Trabalho da Soja, composto pelas entidades da Abiove e da Anec, mais as empresas ADM, A. Maggi, Bunge e Cargill; e as organizações da sociedade civil Conservação Internacional-Brasil, Greenpeace, Instituto de Pesquisas Ambientais da Amazônia (Ipam), The Nature Conservancy (TNC) e WWF-Brasil. Em março de 2008, o monitoramento realizado levou a conclusão que não ocorreu plantio de soja nas 193 áreas analisadas. Isso prova, segundo o Greenpeace, que "a soja produzida na presente safra não é originária de desmatamentos recentes, acima de 100 hectares, no Bioma Amazônia". Para mais informações, acesse: Greenpeace Abiove Conteúdo relacionado Estudo revela impactos ambientais, econômicos e sociais da produção de agrocombustíveis a partir da soja e da mamona Este documento foi elaborado no âmbito do projeto Y Ikatu Xingu Manito, como subsídio para as atividades de apoio à elaboração do Zoneamento Ecológico Econômico do município Publicação visa sistematizar os dados e análises recentes sobre a expansão do monocultivo de cana no Brasil |
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